| Resumo: |
Sei o pensamento de alguns: “sobre essa coisa (morte) não se deve falar”. As batalhas no adiamento dela minam estranhos velamentos de sua inexorável potência: vamos morrer. Fenômeno indomável por excelência, a morte deve ser tratada como natural, familiar e próxima. Encará-la como algo amedrontador, inimigo e macabro é o avesso do próprio filosofar. Estou com Montesquieu: “Filosofar é aprender a morrer”. Não é sintomático que a angústia, melhor, que o medo da morte tenha se originado no final do século XIX? |